segunda-feira, 25 de julho de 2011

PROJETO ESCOLA ABERTA





Realizado nos finais de semana, o programa se dá pela oferta gratuita de oficinas para a comunidade escolar, do bairro e do entorno. São atividades nas áreas de cultura e arte - esporte, lazer e recreação, qualificação para o trabalho e geração de renda, além de formação educativa complementar. Os cursos são definidos pela comunidade com oficineiros da região. Pessoas com habilidades exigidas para ministrar as práticas.
Também integra na equipe (pea) um coordenador escolar e professor comunitário, referenciados pela gestão da escola, eles atuam na coordenação, organização do programa na escola,bem como o supervisor ,monitor designado pela sede da secretaria de estado de educação para o acompanhamento. Todos são voluntários.
O objetivo da Escola Vanil Stabilito, é levar cultura de paz e inclusão da comunidade no espaço escolar, criando oportunidade para crianças e adultos adquirirem conhecimento em outras áreas, como a prática de esporte, a cultura e a geração de renda para a comunidade.


Os cursos são realizados nos finais de semana, o programa se dá pela oferta gratuita de oficinas para a comunidade escolar, do bairro e do entorno.
São disponibilizadas aos moradores diversas opções em cursos; as oportunidades são para todas as idades, variando em cada unidade escolar. Os cursos são gratuitos e as opções podem ser:
Violão, música, teatro, pintura em tecido, em tela, capoeira, grafite, pintura em tela, culinária, artesanato em madeira, crochê, desenho, mosaico arranjo de flores, corte de costura, informática básica.





O Programa Escola Aberta Para a Cidadania, iniciou no Estado do Rio Grande do Sul, em 2003.
No ano de 2007 foi instituído como Política Pública do Governo do Estado, para a área da educação através da lei nº 12.865/2007 e regulamentado pelo decreto nº 45.464/2008.
Já conta 20 unidades de ensino da rede estadual e hoje chega a 60 escolas (Cuiabá, várzea grande e baixada cuiabana). surge como um instrumento de integração escola comunidade e é uma das ferramentas da educação para reduzir os índices de violências nas unidades escolares.








Para mais informações sobre como participar do programa podem ser obtida na escola com Profª. Midiã durante a semana ou sábado e domingo com Profs. Sueli e Edgard.

Rua: MANOEL JOSÉ DE
ARRUDA, QUADRA 16 Nº 10


Bairro: COHAB NOSSA SENHORA DA GUIA
VÁRZEA GRANDE-MT
Fone: 65 3686 8351
A ideia do Programa escola aberta, criada pelo Ministério da Educação, é tornar as escolas públicas de educação básica espaços alternativos para o desenvolvimento de atividades complementares às ações educacionais, nos fins de semana. E assim, contribuir com a melhoria da qualidade da educação para a construção de uma cultura de paz, reduzindo os índices de violência e aumentando as oportunidades de emprego aos jovens, sobretudo àqueles em situação de vulnerabilidade social.
Essa é uma parceria entre o Ministério de Educação, Unesco e Seduc/MT, que visa aproximar a comunidade da escola, reduzindo as ocorrências de violência nas instituições de ensino.




Fontes:
www.escolaaberta.com.br/ www.esab.edu.br/ www.escolaaberta.com.br/cursos. php

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sala do Educador 2010/2011








quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Conselho de Classe

Conselho de classe




PROFESSORA GLÁUCIA AUXILIADORA





Afirmava Heráclito, um grande filósofo:

“um homem não pode entrar duas vezes em um mesmo rio, porque ao voltar lá , o homem não é o mesmo e nem as águas do rio ”.



... é uma reunião na qual supervisores, orientadores, professores e alunos discutem e refletem acerca da aprendizagem, seus desempenhos e avaliações.



Conselho de classe: momento...





Conselho de classe... Importância:

instrumento fundamental no processo de avaliação da aprendizagem e do processo de ensino.





SCHMITZ (1984) CONSIDERA:

O Conselho de Classe como o organismo que integra as avaliações parciais já realizadas pelos professores, individualmente em suas disciplinas, no decorrer do ano letivo.

“Nenhum educador tem condições de avaliar totalmente os seus alunos, isoladamente.”



ORIGEM DO CC NO BRASIL

Sua implantação advém da necessidade sentida pela comunidade escolar, supondo uma função de cunho essencialmente pedagógico, buscando auxiliar o processo avaliativo a partir da necessidade de maior conhecimento do aluno.





CONSELHO DE CLASSE: elemento básico da gestão democrática



GESTÃO DEMOCRÁTICA



Citada na LDB 9394/96 garante à equipe pedagógica e aos professores da escola o direito de estabelecer os princípios, finalidades e objetivos de seu Conselho de Classe e dos outros mecanismos que a possibilitam.





O conselho deve:

 orientar o professor na avaliação permanente de cada aluno

 analisar as causas do baixo e alto rendimento das turmas

 criar condições de assistir os alunos com baixo rendimento

 aperfeiçoar o trabalho cotidiano do professor

 contribuir para desenvolver a avaliação contínua do próprio trabalho do professor

 avaliar a própria escola

 traçar metas para que as mudanças sugeridas sejam efetivamente realizadas.

participar do cc pressupõe...

Um dia sem aula Para quê???



Se no Conselho de Classe os responsáveis passam horas reunidos apenas citando nomes, notas ou conceitos e registrando um parecer descritivo, padronizado?

*Formulários/ Ausência

Um conselho de classe antipedagógico

 Observação:

A situação Conselho de Classe Antipedagógico foi lida de forma dramatizada:

Um Conselho de Classe antipedagógico



A escola onde realizei a pesquisa possui quatro turmas do Ensino Médio: 1º A, 1º B, 2º e 3º anos.

O COC teve início às 11h20 da manhã com a previsão para terminar ao meio dia, ou seja, apenas 40 minutos para realizar um COC de quatro (4) turmas com 114 alunos. Os professores e professoras já estavam cansados/as e demonstravam inquietações, pois estavam na escola desde às 7 h da manhã de sábado em uma reunião pedagógica e, em seguida, participaram do COC do Ensino Fundamental, pois também lecionavam neste nível de ensino. O coordenador do Ensino Médio não se fez presente.

A professora que coordenava este COC assim se expressa ao iniciar o Conselho: o Conselho vai começar pelo 3º ano e vai ser 10 minutos para cada turma. Compactuando com a proposta da professora, um professor concorda dizendo: nada de ficar discutindo aluno por aluno. A coordenadora do COC deixa claro que só interessa saber a nota, se fechou ou não, quem conseguiu média ou não.

O COC procede da seguinte forma: a coordenadora do conselho diz o nome de um aluno e de todas as disciplinas, uma a uma, e o/a professor/a da disciplina chamada diz: ok; ótimo/a; ficou; não fechou ainda; eu acho que não vai conseguir; ainda não fechei a média; passou; ficou de recuperação, etc. E o conselho continua. Algumas frases que surgiram no momento dedicado a cada uma das séries quando a coordenadora do COC lia o nome de cada aluno.



2º ano

- (E) - Conversa muito, tem que separar do grupo de conversadores;

- (F) – Ai, meu Deus!;

- (G) – Menina nota 10. Não é só nota, é como pessoa!;

- (K) – Tirou zero em Arte. Neste momento uma professora reclama deste zero em Arte e diz: a K é uma das melhores atrizes da escola, como pode tirar zero em Arte? A resposta vem rápido: ela não entregou dois trabalhos e um estava muito malfeito. Nada mais se falou sobre o assunto.

- (M) – Maravilhosa, divina, estupenda, ótima em tudo;

- (PN) – A melhor aluna da sala;

- (S) – Dá até pena essa guria!



No final do COC do 2º ano, um professor diz: gente, vocês perceberam que em Sociologia foi um arraso? Uma professora diz: na minha disciplina também. Logo outra professora interpela os dois: gente, 2º grau é assim mesmo! Vamos ver a questão da nota, não precisa ficar justificando aluno por aluno. Depois cada um toma as providências em relação às notas, ao que fazer.



1º B

- (E) - Ótimo, não precisa nem falar nada;

- (JP) – Melhorou depois que eu dei uma prensa nele. Perguntei quando é que ele vai criar jeito de homem;

- (V) – Passou comigo... não sei... deve ter colado.



1º A

- (C) – Em Sociologia, ele não vão conseguir;

- (G) – Ai, gente! O que aconteceu com a G? Alguém sabe explicar? Esperei para ver se alguém estava disposto a conversar sobre o assunto, mas ninguém se propôs a discutir esse caso e, imediatamente, passaram para outro aluno. Percebi a cara de desânimo da professora que tentou puxar assunto sobre a G.

Nisto que os/as chamam de COC, somente as notas baixas dos alunos estão sendo registradas pela coordenadora do Conselho. Não se discute o que o aluno não está compreendendo e porque não compreende. Cada professor/a já está com o seu conceito pronto e apenas o comunica aos demais professores e professoras e à pessoa que está coordenando o COC, o resultado que o aluno obteve. Como ficou evidente nas falas, os/as professores/as apenas deixaram transparecer seus agrados e desagrados em relação aos alunos.

Gama (1997), diz que num COC, é interessante estar atento aos juízos valorativos que são emitidos, pois eles indicam o que efetivamente é valorizado pelos professores e o que a turma deve ser.

O que os/as professores/as demonstram e valorizam em seus alunos neste COC?

Valorizam o silêncio deles: ... tem que separar do grupo de conversadores; conversa muito. Valorizam uma disciplina rigorosa: melhorou depois que eu dei uma prensa nele. Valorizam a nota:... vamos ver a questão da nota, não precisa ficar justificando aluno por aluno; nota azul; zero em Sociologia; menina nota 10; vem se arrastando! Valorizam o aluno ideal: maravilhosa, divina, estupenda, ótima em tudo; foi a filha que eu pedi a Deus; a melhor aluna da sala.

Zacarias gama diz:

...é interessante estar atento aos juízos valorativos que são emitidos, pois estes indicam o que efetivamente é valorizado pelos professores e o que a turma deve ser.





O QUE FOI VALORIZADO????

 Silêncio dos alunos: “...tem que separar do grupo de conversadores”.

 Disciplina rigorosa: “...melhorou depois que dei uma prensa nele”.

 Valorização da nota: “...vamos ver a questão da nota, não precisa ficar justificando aluno por aluno; nota azul; zero em Sociologia; menina nota 10; vem se arrastando!”

 Aluno ideal: “...maravilhosa; estupenda; ótima em tudo; divina; foi a filha que eu pedi a Deus; a melhor aluna da sala”.

O MITO DO ALUNO IDEAL

 Autônomo

 Disciplinado

 Tranquilo

 Atento

 Participativo

 Comprometido

 Inteligente

 Sério

 Organizado



Segundo lihire (1997)...

 DESEJO DA ESCOLA: aluno culto, curioso, que consegue abstrair, compreende o que lhe foi dito, não precisa de explicações, não tem problema de pronúncia, tem escrita legível, tem uma boa expressão oral e escrita, gosta de ler...



O que são “esquecidos” no cc?

 Diagnóstico

 Aconselhamento

 Soluções alternativas

 Programas de recuperação

 Reformulação de objetivos

 Mudanças de comportamento

 Apoio

 Envolvimento

 Incentivo

CONSELHO DE CLASSE

MOMENTO DE REFLEXÃO PARA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E A APRENDIZAGEM DO ALUNO





CONSELHO DE CLASSE OU DIA

DAS BRUXAS???



 "Dia do Haloween!“

Apresentamos personalidades de BRUXOS E BRUXAS!

É chegado o Dia da Inquisição! O espetáculo inicia-se e os Alunos começam a ser JULGADOS"!Deste Horrendo Júri poucos escapam ilesos! Absolvição neste momento é algo Surreal!

A palavra final sempre fica com o IMPIEDOSO Júri que sem Misericórdia e nenhuma Compaixão quase sempre lança ao "Mundo doloroso das chamas" os Réus, que neste caso, são representados por alguns "Infortunados alunos!"



O VEREDITO quase nunca é diferente! " Culpado!Culpado! Culpado!"



avaliar a própria escola e os professores

VOCÊ GOSTARIA DE TER UM PROFESSOR IGUAL A VOCÊ?

 De que forma as suas aulas levaram os alunos a desenvolverem as competências propostas?

 Em quais momentos/circunstâncias o aluno não alcançou os objetivos propostos?

 Que tipo de participação suas aulas proporcionaram aos alunos?

 Em suas aulas, o que determina o sucesso da tarefa discente?







FICHA DO CONSELHO DE CLASSE 5ª SÉRIE – 1º BIMESTRE - 2009



Perfil da classe:

Turma sem compromisso com os estudos, falta de interesse e falta de união. Os alunos também são individualistas, apáticos e imaturos. São poucos os que gostam de participar das aulas. Falta também mais pontualidade na entrega de atividades, tarefas e trabalhos.

Aprendizagem:

Os alunos com dificuldades na aprendizagem são: Maria Carolina Albano Bezerra, Pedro Paulo de Queiroz Dacroce, Larrhony Alexandrino de Lima e Mateus Araujo Luzardo Dias Leite.



Elogios:

Os alunos para elogios são: Gabriel Chiréia, João Vitor Bezerra Martins, Ana Manoela Cavalheiro Arruda e Ester Costa e Silva.







Disciplina:

Os alunos indisciplinados são: Yuri Klein, Álvaro Ramalho de Castro, Vinicius Silva Costa, Lucas Almeida Botti e Fauze Samir Laila.



Estratégias:

Rever mapa de sala com remanejamento de alguns alunos; os professores de Filosofia e Ensino Religioso devem trabalhar mais a questão do coletivo e elaborar um projeto social (visita em creches) no intuito de sensibilizar os alunos quanto à valorização do próximo.

REFLEXÃO

Da forma como são realizados os nossos conselhos de classes, eles de fato promovem uma aprendizagem mais eficiente para os nossos alunos?



“Mudar é difícil, mas é possível!” Freire



Um Conselho de Classe antipedagógico



A escola onde realizei a pesquisa possui quatro turmas do Ensino Médio: 1º A, 1º B, 2º e 3º anos.

O COC teve início às 11h20 da manhã com a previsão para terminar ao meio dia, ou seja, apenas 40 minutos para realizar um COC de quatro (4) turmas com 114 alunos. Os professores e professoras já estavam cansados/as e demonstravam inquietações, pois estavam na escola desde às 7 h da manhã de sábado em uma reunião pedagógica e, em seguida, participaram do COC do Ensino Fundamental, pois também lecionavam neste nível de ensino. O coordenador do Ensino Médio não se fez presente.

A professora que coordenava este COC assim se expressa ao iniciar o Conselho: o Conselho vai começar pelo 3º ano e vai ser 10 minutos para cada turma. Compactuando com a proposta da professora, um professor concorda dizendo: nada de ficar discutindo aluno por aluno. A coordenadora do COC deixa claro que só interessa saber a nota, se fechou ou não, quem conseguiu média ou não.

O COC procede da seguinte forma: a coordenadora do conselho diz o nome de um aluno e de todas as disciplinas, uma a uma, e o/a professor/a da disciplina chamada diz: ok; ótimo/a; ficou; não fechou ainda; eu acho que não vai conseguir; ainda não fechei a média; passou; ficou de recuperação, etc. E o conselho continua. Algumas frases que surgiram no momento dedicado a cada uma das séries quando a coordenadora do COC lia o nome de cada aluno.



2º ano

- (E) - Conversa muito, tem que separar do grupo de conversadores;

- (F) – Ai, meu Deus!;

- (G) – Menina nota 10. Não é só nota, é como pessoa!;

- (K) – Tirou zero em Arte. Neste momento uma professora reclama deste zero em Arte e diz: a K é uma das melhores atrizes da escola, como pode tirar zero em Arte? A resposta vem rápido: ela não entregou dois trabalhos e um estava muito malfeito. Nada mais se falou sobre o assunto.

- (M) – Maravilhosa, divina, estupenda, ótima em tudo;

- (PN) – A melhor aluna da sala;

- (S) – Dá até pena essa guria!



No final do COC do 2º ano, um professor diz: gente, vocês perceberam que em Sociologia foi um arraso? Uma professora diz: na minha disciplina também. Logo outra professora interpela os dois: gente, 2º grau é assim mesmo! Vamos ver a questão da nota, não precisa ficar justificando aluno por aluno. Depois cada um toma as providências em relação às notas, ao que fazer.



1º B

- (E) - Ótimo, não precisa nem falar nada;

- (JP) – Melhorou depois que eu dei uma prensa nele. Perguntei quando é que ele vai criar jeito de homem;

- (V) – Passou comigo... não sei... deve ter colado.



1º A

- (C) – Em Sociologia, ele não vão conseguir;

- (G) – Ai, gente! O que aconteceu com a G? Alguém sabe explicar? Esperei para ver se alguém estava disposto a conversar sobre o assunto, mas ninguém se propôs a discutir esse caso e, imediatamente, passaram para outro aluno. Percebi a cara de desânimo da professora que tentou puxar assunto sobre a G.

Nisto que os/as chamam de COC, somente as notas baixas dos alunos estão sendo registradas pela coordenadora do Conselho. Não se discute o que o aluno não está compreendendo e porque não compreende. Cada professor/a já está com o seu conceito pronto e apenas o comunica aos demais professores e professoras e à pessoa que está coordenando o COC, o resultado que o aluno obteve. Como ficou evidente nas falas, os/as professores/as apenas deixaram transparecer seus agrados e desagrados em relação aos alunos.

Gama (1997), diz que num COC, é interessante estar atento aos juízos valorativos que são emitidos, pois eles indicam o que efetivamente é valorizado pelos professores e o que a turma deve ser.

O que os/as professores/as demonstram e valorizam em seus alunos neste COC?

Valorizam o silêncio deles: ... tem que separar do grupo de conversadores; conversa muito. Valorizam uma disciplina rigorosa: melhorou depois que eu dei uma prensa nele. Valorizam a nota:... vamos ver a questão da nota, não precisa ficar justificando aluno por aluno; nota azul; zero em Sociologia; menina nota 10; vem se arrastando! Valorizam o aluno ideal: maravilhosa, divina, estupenda, ótima em tudo; foi a filha que eu pedi a Deus; a melhor aluna da sala.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ética




 
"A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta".(VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 7a edição Ed.Brasiliense, 1993, p.7)
Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto".
Alguns diferenciam ética e moral de vários modos:
1. Ética é princípio, moral são aspectos de condutas específicas;
2. Ética é permanente, moral é temporal;
3. Ética é universal, moral é cultural;
4. Ética é regra, moral é conduta da regra;
5. Ética é teoria, moral é prática.
Etimologicamente falando, ética vem do grego "ethos", e tem seu correlato no latim "morale", com o mesmo significado: Conduta, ou relativo aos costumes. Podemos concluir que etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.
Vários pensadores em diferentes épocas abordaram especificamente assuntos sobre a ÉTICA: Os pré-socráticos, Aristóteles, os Estóicos, os pensadores Cristãos (Patrísticos, escolásticos e nominalistas), Kant, Espinoza, Nietzsche, Paul Tillich etc.
Passo a considerar a questão da ética a partir de uma visão pessoal através do seguinte quadro comparativo:
Ética Normativa
Ética Teleológica
Ética Situacional
Ética Moral
Ética Imoral
Ética Amoral
Baseia-se em princípios e regras morais fixas
Baseia-se na ética dos fins: "Os fins justificam os meios".
Baseia-se nas circunstâncias. Tudo é relativo e temporal.
Ética Profissional e Ética Religiosa: As regras devem ser obedecidas.
Ética Econômica: O que importa é o capital.
Ética Política: Tudo é possível, pois em política tudo vale.
Conclusão:
Afinal, o que é ética?
Ética é algo que todos precisam ter.
Alguns dizem que têm.
Poucos levam a sério.
Ninguém cumpre à risca...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Interclasse - 2010

Professores marcando presença
Os times
Uma boa recordação
Que os jogos começem

A ansiedade da estréia
Bola rolando!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Manifestações em todo Estado protestam contra acórdão do TRE/MT



Manifestações em todo Estado protestam contra acórdão do TRE/MT
Dia marca a indignação da categoria com o caos causado pela falta de professores
Trabalhadores da educação de todo o Estado realizam hoje (25) paralisações contra o acórdão n° 18.881, do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT). A categoria está realizando atos públicos contra a decisão que proíbe a contratação de profissionais para a rede estadual de ensino durante o período eleitoral.
Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde e Rondonópolis são alguns dos municípios que aderiram à paralisação das atividades. Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Gilmar Soares Ferreira, este dia marca a indignação da categoria com o caos instalado nas escolas. "Só o fato de estarmos chamando a atenção para o problema torna as manifestações positivas", ressaltou.
De acordo com ele, até o final do dia a entidade receberá mais informações sobre a mobilização nos municípios. "Ainda não temos um balanço fechado, mas a expectativa é que a paralisação atinja todas as regiões de Mato Grosso", afirmou. O principal objetivo é protestar contra as condições atuais de ensino que, segundo o sindicalista, colaboram para a má qualidade da educação ofertada. "A falta de professores está acarretando muitos prejuízos à categoria, aos alunos e à sociedade de uma forma geral", disse.
O dia de protesto foi orientado pelo Sintep/MT em função do não posicionamento do TRE/MT com relação ao assunto. Mesmo após audiência com o Sindicato e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), em que o presidente do Tribunal, desembargador Rui Ramos, assegurou que encaminharia a questão, não houve qualquer sinalização do órgão. Naqueles municípios em que a situação é mais grave, a orientação é para que a paralisação continue.
A decisão do TRE/MT está embasada nas Leis 9.504 e 7.783, que dispõem, respectivamente, da proibição de condutas durante o período eleitoral, e da definição de quais atividades são essenciais e, portanto, necessitam de atendimento imediato. A Educação não está relacionada na norma. "Esta é uma demonstração de como aqueles que se tornaram juízes, promotores e procuradores veem a Educação neste País", protestou o presidente do Sintep/MT.
Acúmulo de funções - Para Gilmar Soares, o acórdão entra em conflito com o artigo 205 da Constituição Federal e da Lei Complementar 50, que autoriza a substituição nos seguintes casos: óbito, licença gestante e licenças médicas. Em função da falta de professores nas escolas, há diretores, assessores e articuladores assumindo disciplinas em sala de aula, por orientação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Dessa forma, eles passam a acumular duas funções.
A falta de infraestrutura nas escolas vem sendo denunciada pelo Sintep/MT desde 2007. "Por esses e outros problemas que temos na rede pública, há diversos profissionais exercendo duplas jornadas de trabalho e sendo acometidos por enfermidades", apontou. "Agora, com o impedimento de novas contratações, esses casos triplicaram e a situação está se tornando insustentável", acrescentou.

Pau e Prosa Comunicação

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Projeto Memórias - Língua Portuguesa - 7ºs Anos

Memória é lembrança. Dito assim parece simples, mas não é. Organizar as lembranças, de modo que elas tenham coerência, faz com que, de alguma forma, o presente se alinhe ao passado e dê um novo significado até ao que ainda não aconteceu. As crianças fizeram de objetos do cotidiano parte de suas memórias. De início eles não sabiam bem o que fazer com os objetos e as lembranças que elas traziam. Aos poucos, construindo os cartazes, perceberam que tudo aquilo era um pouco eles também. Foi um bom trabalho.

ProfªMs Wanda Cecilia



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Várzea Grande, Mato Grosso, Brazil
Sou Vanil, sou LEGAL

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